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Paulo Ossião
Nasceu em Lisboa em 1952.
Expõe desde 1985, ano em que mostra o seu trabalho na Casa da Imprensa-Lisboa.
Participa na exposição de homenagem a António Inverno, Galeria S. Bento-1986.
Tem recebido vários prémios, a salientar: Prémio Carlos Botelho, Câmara Municipal de Lisboa - 1990; Prémio Câmara Municipal de Oeiras - 1987; Prémio Região de Turismo do Nordeste Transmontano - 1987; Prémio de Aguarela, Rotary Club de Sintra.
É membro do Instituto Europeu de Aguarela entre 1988 a 1993.
Participa em múltiplas Exposições Individuais e Colectivas em Galerias de Lisboa, de Coimbra e no Estrangeiro.
Está representado em algumas Câmaras: Lisboa, Sintra, Oeiras, Viana do Castelo ..., Museu da Marinha e Biblioteca Minicipal de Ponte de Sor.
Vem referenciado no Dicionário de Pintores Portugueses e Escultores, tomo IV, página 246, de Fernando de Pamplona.
O sentido da forma, a riqueza das suas grandes sinfonias de azulados e acastanhados, a atracção por este mundo onde a indecisão se junta ao concreto pulsante e voluntário parecem boiar numa atmosfera fluida como o infinito ou a cor do mar ou do céu. O colorido é sóbrio e esbatido: fundos azulados e cremes como convém a superfícies de resguardo como uma casa e o que ele interioriza. Exterioriza nas suas grandes aguarelas a imagem poética que transporta dentro dele desenvolvendo um estilo altamente pessoal entre a pintura e a composição. O desenho minucioso mas largo, em múltiplas ecumbiantes sobre papel branco, mostra a natureza calma e majestosa, segundo uma visão idealizada, de onde a figura humana é banida ou se aparece reduz-se à sua condição pigmeia, esmagada por muros e torres ou perdidas no mar imenso.
Para verificação de disponibilidades e visualização
das obras de arte, por favor visite a galeria.

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